Quinta-feira, 15 de Abril de 2010

 

“Mãe (…) da pedra levantada (…) do embalo das águas (…) do arco de ferro sombrio.”

 

MãE de uma cidade edificada sobre a dor dos que partiram, a alegria dos que chegaram e a tranquilidade dos que vivem dia-a-dia à porta do Paraíso.

 

Também este velho segura em suas mãos a cidade e tudo o que isso acarreta: a janela, o vaso, a porta, a pessoa… A neblina envolvida em duas esferas, pedras erguidas nas mãos de um homem, cuja face reflecte a mais bela cidade do seu coração. O olhar repleto de memórias perde-se no azul caloroso da MãE.

 

MãE? A única prova viva de que o Porto existe…

A RIBEIRA

 

 

 

 

Marta Ascenso 11ºF



donos das palavras pratadanossacasa às 20:10
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Esta é a nossa casa. A prata que lá temos são meninos, não de prata mas de ouro...
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