Quinta-feira, 08 de Abril de 2010

As flores ora brotam ora murcham,

Pois a alma virou à esquerda, desfeita

Mas o coração seguiu na direita

Abrindo feridas que por ele puxam

 

Tira e põe facas, que clamam paixão

Conforme está o seu incerto querer

Tão vergonhoso é o depender

De tão inconstante disposição

 

Quem opinar ousa que Dor conhece?

Dado que tudo é o que parece

(Pois nada há para não parecer)

 

Destruídos todos os comburentes

Não, último maior respirador…

E vulgarmente chamado Amor.

 

Diogo Ribeiro 10ºB



donos das palavras pratadanossacasa às 14:40
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Esta é a nossa casa. A prata que lá temos são meninos, não de prata mas de ouro...
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