Segunda-feira, 28 de Dezembro de 2009

Poeta em seu esplendor

De imagem obscura

No papel, evasa a dor

De uma alma insegura.

 

Tinha nome de gente

Mas ansiava ser multidão

Era através da avançada mente

Que conseguia ver para lá da emoção.

 

Autor incompreendido

Consciente fingidor

Não tivesse naquela época nascido

E não seria do modernismo precursor.

 

Condenado ao pensamento

Inato e constante

Tem a frustração como maior tormento,

Este ser errante.

 

Oh imortal escritor,

Viverás para sempre reminiscente

Enquanto esta “nação valente”

Sentir, nas veias, fervor!

 

Rui Carvalho 12ºB

 



donos das palavras pratadanossacasa às 11:29
Esta é a nossa casa. A prata que lá temos são meninos, não de prata mas de ouro...
Colégio Dom Diogo de Sousa

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